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Trend ‘2026 é o novo 2016’ resgata nostalgia e viraliza entre famosos

Trend ‘2026 é o Novo 2016’ Viraliza e Resgata Nostalgia nas Redes Sociais

Uma nova tendência nas redes sociais, intitulada "2026 é o novo 2016", está conquistando o coração de usuários de diversas partes do mundo. Esta moda, que remete a uma década atrás, permite que pessoas relembram momentos marcantes e compartilhem fotos do que eram e do que faziam em 2016.

Crescimento Acelerado das Postagens

A tendência começou a se destacar no final de dezembro de 2025, impulsionada pelo clima de Ano Novo. Nos últimos meses, o TikTok registrou um aumento expressivo na utilização da hashtag #2016. De acordo com o TikTok Creative Center, aproximadamente 25 mil postagens foram feitas recentemente, representando 85% do total de 30 mil registros na hashtag nos últimos quatro meses. Além do Brasil, a tendência também ganhou força em países como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Itália.

Celebridades Também Participam

Celebridades como Kylie Jenner, Viih Tube e Jade Picon estão entre as figuras públicas que aderiram à moda. As postagens delas têm gerado grande engajamento, com Viih Tube alcançando mais de 600 mil curtidas em sua recordação de 2016, enquanto Maisa superou a marca de 1 milhão. Dua Lipa também contribuiu para a viralização da tendência, comentando sobre suas memórias de 2016 e expressando o desejo de "desarquivar tudo".

Relembrando Costumes e Estilos

A hashtag não só tem incentivado a reflexão sobre a aparência pessoal, mas também sobre as práticas culturais daquela época. Muitos internautas recordam do auge de plataformas como Tumblr e Snapchat, além de tendências de moda que marcaram a década de 2010. A nostalgia está tão presente que usuários têm compartilhado frases latentes como "Como eu amava esse tempo, ninguém era triste" e "Eu era feliz e não sabia", promovendo um clima coletivo de saudade.

A variedade de interações nas redes sociais tem demonstrado a força e a abrangência desta tendência, evidenciando um fenômeno não apenas nacional, mas global.

Com informações de: G1

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